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Em sua última edição, a revista Cyrela traz uma entrevista exclusiva com Philippe Starck, designer francês que democratizou o design na virada do século 20, com produtos como utensílios de cozinha, cadeiras ou luminárias, alguns deles presentes no acervo permanente de grandes museus – o Centre Pompidou de Paris, por exemplo.
Aos 62 anos, Starck dedica-se a projetos de caráter socioambiental. ”Estou interessado nas futuras produções de energia renovável e em como iremos substituir o plástico, principal derivado do petróleo, quando o produto desaparecer em 30 ou 50 anos”, disse em Paris à repórter Marilane Borges.
Leia um resumo da conversa:
Quais são os seus próximos projetos ligados a ações ecológico-humanitárias?
Em breve a D.E.A.R.S. (Democratic Ecological Architecture with Riko and Starck) poderá ser uma realidade. O projeto implica a criação, produção e distribuição de casas ecológicas beneficiadas por alta tecnologia e preços acessíveis.
Você costuma dizer que cria objetos para todos e que seu sonho é tornar o mundo um lugar melhor. Este é o seu lema?
Este é o meu trabalho: criar coisas, embora já existam milhares de objetos. Há milhares de lâmpadas, cadeiras, vasos, há milhares de tudo e muita coisa de excelente qualidade. Eu tenho tentado trabalhar para as massas há mais de 20 anos porque meu sonho é tornar a vida da minha tribo melhor, e isso não tem nada a ver com design ou consumo, tem a ver com inteligência social. Meu papel é tornar a vida das pessoas mais leve, mais prática, por meio de objetos funcionais. Este é o conceito humanista do meu trabalho.
Qual a sua ideia sobre o futuro?
Acredito que o futuro será cada vez mais ecológico e humanitário. Uma das minhas ambições é reunir cientistas para estudar e fazer pesquisas sobre o tema da criatividade.
Para ler a entrevista completa, veja as páginas 32 e 33 da revista Cyrela (edição 13).
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