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[Imagem: Rodrigo Aguilera]
Com um cenário econômico altamente favorável, o investimento em imóveis apresenta grandes vantagens por sua solidez, segurança e em especial pelo potencial de crescimento futuro do mercado de imóveis. Se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto, acompanhe a história do empresário Rodrigo Aguilera e da microempresária Maria Cecília dos Santos. Eles mostram que os motivos para investir no mercado imobiliário são muitos, mas a certeza é sempre a mesma: o rendimento é garantido.
Rodrigo Aguilera
O hábito de aplicar parte dos investimentos no mercado imobiliário foi uma lição que o empresário Rodrigo Aguilera, 31 anos, aprendeu desde pequeno. Em Belém do Pará, onde mora, a família aproveitou o bom momento do setor na região Norte para apostar em apartamentos de médio padrão e salas comerciais lançados recentemente – e ele seguiu o exemplo. “Em qualquer carteira de investimento, o imóvel é imprescindível. Ele dá segurança e liquidez”, opina.
Como conhece bem a cidade, ele costuma saber quais são as áreas com potencial de crescimento. “Junto o instinto com uma boa conversa com o corretor e nunca perdi dinheiro”, garante o jovem. Como não costuma pensar em morar ou trabalhar nos imóveis que adquire, Rodrigo leva em conta a credibilidade da incorporadora e a qualidade das construções. E, claro, as perspectivas de valorização: “Imóveis como esses nunca demoram mais de um mês para serem locados e garantem lucro mensal de até 1% do valor total – rentabilidade superior à de fundos de renda fixa, por exemplo”, conclui Rodrigo, que pretende passar adiante a tradição para o investimento da família Aguilera.
Maria Cecília dos Santos
Antes de fechar negócio de um novo apartamento, a paulistana Maria Cecília dos Santos pensa e analisa cada detalhe. Observa a planta, conversa com a corretora que até já virou amiga, investiga com cuidado o bairro onde fica o empreendimento e a infraestrutura que ele oferece. Isso porque Cecília não tem exatamente o que se poderia chamar de “perfil de investidor”. Claro que ela pretende ter um retorno financeiro com as compras, mas também considera a possibilidade de morar em um deles. “O primeiro empreendimento da Cyrela que adquiri foi pensando na minha filha. Ela vivia na Europa na época e eu quis garantir um apartamento quando voltasse para o Brasil”, conta. O segundo acabou aparecendo da mesma forma: para “presentear” o filho, que também mora fora atualmente. Já o terceiro foi pensando na própria mudança de apartamento. E para fechar a lista de presentes familiares, resolveu comprar mais um para a irmã: “Achei que ela poderia precisar no futuro”, conta Cecília, autointitulada “mãezona” da família. O motivo principal que fez a microempresária se aproximar desse mercado foi a solidez: “Quando me separei e me vi com um dinheiro na mão, percebi que precisava garantir um patrimônio. Um apartamento eu sempre poderei alugar ou vender. E, se vender um, compro outro que seja uma aplicação ainda mais lucrativa”.
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