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ART & DESIGN

Iluminação residencial: 5 dicas para inovar na decoração

14/10/2019
iluminação residencial

Na hora de planejar a iluminação residencial, não basta escolher o lustre mais bonito ou definir alguns pontos onde quer algum destaque. É preciso pensar também na funcionalidade, na temperatura e na impressão que se deseja passar.

Neste artigo, vamos explicar melhor como essa tarefa pode ser feita e oferecer algumas dicas que vão ajudar a chegar a um resultado bem interessante. Continue conosco para saber mais!

Os principais tipos de iluminação residencial

Há três tipos principais de iluminação residencial, cada um com seus objetivos e funções. Nos próximos tópicos, explicamos melhor as diferenças.

Iluminação geral (ou difusa)

Geralmente ela fica centralizada no cômodo e ilumina todo o ambiente. Se bem executada, é eficiente e econômica. É o caso de lustres e plafons (aliados a uma lâmpada mais “forte”).

Iluminação direta

Como o nome sugere, ela ilumina algum local diretamente. É o caso da mesa de trabalho, de um local de leitura ou da cozinha, por exemplo. Esse tipo de iluminação deve ser feito com muito cuidado, pois pode gerar desconforto para quem usa o ambiente. Aqui, utiliza-se spots, abajur, e luminárias.

Iluminação indireta

O objetivo é deixar o ambiente mais aconchegante, promover conforto visual ou destacar alguns elementos decorativos, por exemplo. Nesse caso, você pode usar arandelas, fitas de LED e abajures, por exemplo.

Além disso, você também precisa pensar no estilo que quer adotar na decoração, para que a iluminação esteja coerente com a temática da casa — que pode ser industrial, boho ou futurista, por exemplo.

5 formas de potencializar a iluminação residencial por área

Quer saber como aproveitar a iluminação residencial da melhor forma possível? A seguir, vamos apontar algumas dicas por cômodo. Acompanhe!

1. Salas

A sala de estar demanda uma iluminação um pouco mais suave e aconchegante, mas sem deixar o ambiente escuro. Você pode apostar em arandelas, abajures e luminárias de piso. Também pode usar um ponto central (iluminação difusa) para quando quiser o cômodo mais iluminado.

Já na sala de jantar, o recomendado é investir em luz direta na mesa — o que pode ser feito por lustres ou pendentes, por exemplo.

2. Quartos

Os quartos também requerem uma iluminação mais suave e com cores mais quentes, como o amarelo. Isso ajuda a transmitir uma ideia ainda maior de aconchego. De preferência, opte por um sistema que permita regular a intensidade das luzes.

3. Cozinha

De forma geral, a cozinha precisa ser muito bem iluminada. Opte por uma luz forte e branca, que esteja presente em todos os locais, principalmente nas bancadas em que os alimentos são preparados e no fogão. Uma estratégia que pode ajudar é colar uma fita de LED nos armários.

4. Banheiros

Os banheiros precisam ter luz clara e pontos mais fortes onde está o espelho. Isso ajuda a enxergar o rosto de forma clara e sem sombras. Para quem gosta de se maquiar, essa iluminação é indispensável. Além da luz difusa no teto, pode-se, também, colocar arandelas ou spots nas laterais para ajudar com esse objetivo.

5. Área de serviço

Já na área de serviço, aposte no máximo de iluminação natural — principalmente com espaços abertos para ajudar a ventilar melhor. Porém, também não deixe de colocar luzes direcionadas para as bancadas de trabalho, como o local em que as roupas são passadas, por exemplo.

A luz natural e os seus benefícios para o imóvel

Não deixe de considerar a entrada de luz natural em seu imóvel. Com ela, você torna o ambiente ainda mais agradável e economiza bastante na conta de energia elétrica no final do mês. Hoje em dia, é comum que os apartamentos sejam construídos já levando em consideração o posicionamento ideal para que a luz solar seja bem aproveitada.

Como visto, a iluminação residencial tem um papel muito importante na decoração e também na funcionalidade dos cômodos. Por isso, é fundamental planejá-la com bastante cuidado, pensando nas atividades que serão executadas em cada ambiente.

Gostou deste artigo? Que tal aproveitar para entender a relação entre decoração e tecnologia? Elaboramos este conteúdo para explicar a ligação desses conceitos. Não deixe de conferir!

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