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Taxa de juros

O que você deve saber sobre a projeção da taxa de juros nos próximos meses

A taxa de juros é sempre um tema muito importante no mercado financeiro, especialmente quando o assunto se trata de crédito voltado para aquisição de imóveis. Como o montante é maior do que outras contratações mais básicas, essa é a “parcela” das pessoas que mais costumam ver grandes diferenças nos pagamentos da mensalidade ou nas contratações dos serviços.

Para quem não entende nada sobre o assunto, vale dizer que o juros é uma espécie de “custo” sobre uma quantia monetária. Quem empresta o dinheiro cobra essa porcentagem a mais para não perder o valor do seu capital pela inflação e, além disso, conseguir um lucro adicional para as futuras operações financeiras ou negociações.

Obviamente a taxa de juros depende da vários fatores econômicos, incluindo o cálculo de risco e inúmeras outras particularidades inerentes dessas transações. Hoje, falaremos sobre o tópico de maneira mais simplificada e, informaremos quais são as projeções para um futuro mais breve.

Para isso, contamos com a ajuda do Igor Vieira, gestor executivo da Cyrela que é uma referência nesse assunto que costuma gerar inúmeras dúvidas. Ficou interessado? Continue sua leitura até o final!

Por que a taxa de juros deve subir nos próximos meses?

A projeção para a taxa de juros é de alta. Há pouco tempo o Banco Central, em conjunto do Comitê de Política Monetária (COPOM), anunciou o aumento da taxa SELIC para 2%, fazendo com que esse índice tenha se elevado para 2,75% ao ano, número esperado pela maior parte das instituições do mercado financeiro.

Importante dizer que esse índice — ou taxa — é uma espécie de norte para todas as instituições financeiras do país, onde a maior parte dos cálculos sobre o crédito e demais financiamentos utilizam esse dado para conseguir pautar suas negociações.

Para os próximos meses, imagina-se que a tendência de alta continue, e é provável que ao término de 2021 a SELIC se encontre em um percentual em torno de 3,5 a 4% ao ano. Para 2022, fica mais difícil dizer, mas ainda espera-se que essa tendência continue subindo. Em termos gerais, essa projeção indica que os financiamentos imobiliários, em especial, devem encarecer ao longo do tempo.

Como é feito o cálculo da taxa de juros?

A taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) é a referência nacional para o cálculo de juros no sistema financeiro. Uma das principais funções dessa taxa é controlar a nossa inflação além de ser um importante “termômetro” para o controle da emissão, venda e compra de títulos públicos (captação de recursos para ações do Governo Federal).

A SELIC é complexa e possui um cálculo bem abrangente, sendo difícil para um cidadão sem conhecimento técnico entender completamente como esse índice funciona na realidade. Para contornar o problema, o Banco Central do Brasil disponibilizou a calculadora cidadã que facilita o cálculo de algumas transações financeiras mais comuns.

Nesse mesmo site, é possível utilizar outros marcadores importantes do mercado, como: poupança, CDI (Certificado de Depósito Interbancário), TR (Taxa Referencial) e outros índices de preços de caráter nacional.

Porque é importante saber sobre essas projeções da taxa de juros para o futuro?

Como mencionamos, a SELIC é utilizada como base para o cálculo de juros de inúmeros serviços de crédito do mercado financeiro, incluindo o crédito imobiliário em suas mais diferentes formas. O financiamento habitacional, por exemplo, costuma utilizar a poupança como correção para os valores apresentados.

Esse cálculo envolve uma taxa fixa (SELIC), a Taxa Referencial (TR) e a Poupança. Quando a SELIC está abaixo de 8,5%, a correção da poupança fica em equivalente a 70% do valor emprestado. Quando a SELIC ultrapassa os 8,5%, o rendimento da poupança fica em 0,5% ao mês com o adicional da TR.

Em termos gerais, isso significa que tanto o rendimento pela caderneta de poupança quanto o valor dos juros empregados em um contrato de financiamento podem mudar consideravelmente de acordo com a economia. Quando falamos de um financiamento de grande duração — como é o caso dos imobiliários —, essa diferença nos custos podem ser expressivas.

Como os juros impactam a aquisição de um imóvel?

Como já deve ser do seu conhecimento, quanto maior forem os juros, menor é o poder de compra do consumidor final. Por isso, é sempre importante batalhar pelas menores taxas para que, em longo prazo, você consiga acumular capital para quitar suas dívidas e aumentar seu patrimônio.

Em março de 2021, o aumento da SELIC ainda não afetou consideravelmente o mercado imobiliário, que hoje se encontra com as menores taxas da história, beirando a cerca de 6,7 e 6,9% + TR.

Como aproveitar esse momento de juros mais baixos?

Para aqueles que possuem a capacidade financeira para adquirir um imóvel nesse momento, essa baixa histórica nas taxas de juros do país corresponde a uma das melhores oportunidades já vistas, especialmente quando levamos em consideração o modelo tradicional de financiamento que leva em conta a taxa fixa e a taxa referencial como cálculo.

Entretanto, para aqueles que utilizarão linhas de crédito que também levam em conta a poupança, essa tendência de projeção de alta de juros pode não ser a melhor alternativa para aquisição de uma propriedade, tendo em vista o aumento considerável nos juros em médio e longo prazo.

A pandemia deve influenciar a taxa de juros nos próximos meses?

De maneira geral, sim. A pandemia reduziu e mudou nosso padrão de consumo e essa retração afeta negativamente a SELIC. O aspecto positivo é que existem mercados nacionais que estão em ampla expansão, como o mercado do e-commerce, por exemplo, que cresce em uma velocidade espantosa e não para de atingir novos marcos de crescimento. 

Isso significa dizer que, quanto melhor nos adaptarmos, mais rapidamente voltaremos ao nosso consumo habitual e, consequentemente, conseguiremos manter nossa taxa de juros em um padrão baixo e dentro do que é esperado.

Como o comprador pode se organizar para comprar um imóvel nesse momento?

O ideal agora é observar seu capital e entender, antes de mais nada, que a compra consciente é uma das melhores alternativas que um indivíduo tem para proteger seu investimento e aumentar seu patrimônio ao longo prazo. É possível utilizar o momento, mesmo que delicado, para conseguir grandes negócios, sem ter que assumir grandes riscos. Hoje existem ótimas linhas de crédito para quem deseja adquirir sua casa própria de maneira prudente e segura.

Além disso, vale ressaltar que para conseguirmos ultrapassar esse momento da pandemia precisamos de um esforço coletivo, com uso de máscara e distanciamento social. Se todos fizermos nosso papel, em pouco tempo estaremos mais fortes e com um mercado ainda mais aquecido para o futuro, que apesar de aponta alta nos juros, é promissor. 

Gostaríamos de mencionar que a Cyrela é uma das maiores construtoras e incorporadoras de imóveis do Brasil. Somos referência no mercado imobiliário e sempre estamos à disposição para auxiliar o cliente a conseguir as melhores condições de compra, seja com taxas de juros mais baixas ou com as melhores propriedades do Brasil. Portanto, conte conosco e tenha certeza de que esse momento incerto passará com nosso esforço coletivo.

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